8 dicas para uma boa recuperação muscular após o exercício

Para ter o melhor desempenho numa modalidade de atividade, além da adequada prescrição e execução dos exercícios, a qualidade da recuperação é igualmente importante. Tanto que está cada vez mais popular com o nome em sua versão do inglês, “recovery”. Os atletas têm percebido que os momentos pós-treino também influenciam na recuperação e adaptação dos tecidos ao estímulo, consequentemente afetando o desempenho e performance na modalidade praticada. E isso vale não só para atletas de elite, mas também para qualquer pessoa que deseja ter um aproveitamento maior do exercício que está praticando.


Confira então algumas dicas para uma recuperação mais eficiente:
Hidratação –
 A desidratação e desbalanço da quantidade ótima de água na composição dos músculos pode alterar a sua capacidade de funcionamento. Além disso, a água auxilia na recuperação das microlesões musculares, “limpeza” dos resíduos metabólicos e a diminuir essa fase mais “inflamatória? pós-exercício. Ela é principalmente importante para atletas que têm um curto espaço de tempo de recuperação após o treino ou entre um jogo e outro, por exemplo;

Nutrição – A adequada reposição energética e nutricional é essencial para garantir a recuperação muscular e sistêmica do corpo. Um sistema muscular malnutrido antes e depois do exercício, além de ter pior desempenho e recuperação, pode ficar mais propenso a lesões;

Tempo de descanso – A depender da intensidade do treino e do exercício, um determinado tempo de descanso entre um treino e outro é fundamental para a regeneração celular e a recuperação metabólica do corpo;

Sono – O sono é um grande reparador do corpo e de seus tecidos. Inclusive já está comprovado que a privação ou baixa qualidade do sono está associada a um maior risco de lesão e à piora de desempenho;

Massoterapia – A massagem cumpre um papel muito importante na recuperação muscular, promovendo o relaxamento dos grupos musculares mais sobrecarregados e aumentando a circulação sanguínea. Uma das mais antigas e eficientes ferramentas na recuperação de atletas, a manipulação dos tecidos contribui também para a drenagem de metabólitos provenientes do esforço físico, diminuindo a sensação de rigidez e a dor pós-exercício;

Crioterapia/Gelo – O gelo, nesse caso, é utilizado após esforços intensos, visando melhora da sensação de dor e desconforto pós-treino. Além disso, controla a inflamação e o edema; é principalmente útil em articulações e regiões que foram mais “sobrecarregadas” naquele dia ou que estão em fase de recuperação de alguma lesão;

Recursos de eletrotermofototerapia da fisioterapia – Dependendo da situação, do perfil do atleta, do treino e das sobrecargas envolvidas, alguns recursos da fisioterapia, como ultrassom, laser e TENS, por exemplo, podem ser importantes para uma melhor e mais rápida recuperação;

Recuperação ativa – A recuperação ativa aumenta a circulação sanguínea e, por isso, diminui a sensação de rigidez pós-treino e facilita a remoção de resíduos metabólicos dos músculos e do sistema circulatório. A ideia nesse sentido não é fazer um novo treino, mas sim uma atividade que seja mais leve, com pouca carga e demanda muscular. O pilates pode ser um ótimo aliado do atleta nesse caso, pois ele pode alternar entre aulas mais focadas em fortalecimento e melhora do gesto esportivo e sessões mais leves, com objetivo de fazer esse “recovery”.

Fonte:
Eu Atleta

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